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Texto quer dizer Tecido; mas enquanto até aqui esse tecido foi sempre tomado por um produto, por um véu todo acabado, por trás do qual se mantém, mais ou menos oculto, o sentido (a verdade), nós acentuamos agora, no tecido, a idéia gerativa de que o texto se faz, se trabalha através de um entrelaçamento perpétuo; perdido neste tecido – nessa textura – o sujeito se desfaz nele, qual uma aranha que se dissolvesse ela mesma nas secreções construtivas de sua teia.

 

Se gostássemos dos neologismos, poderíamos definir a teoria do texto como uma hifologia (hyphos é o tecido e a teia da aranha).

Roland Barthes

Hyphos

outras tecituras

Quintas às 19h30

grupo de estudos NOSSO CÍRCULO
mulher | tempo, memória e narrativas

Segundas às 14h

grupo de estudos e escrita

Av. Anita Garibaldi, 4177
Centro Médico Alexander Flemming, sala 401

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